Sabedoria

Que a sabedoria de cada escolha possa servir como sabedoria para a alegria, ou o sofrimento do outro, isso é fato.
Então as vezes, me peço que a sabedoria de cada escolha nossa seja por nós e não só por mim.

Que meu amor, não seja a sua dor.

Que meu regozijo, não seja pela sua falta de riso.

Que minha alma cresça, não por subir e aproveitar-se da sua.

Que eu te entenda, sem necessitar de seu grito.

Que eu possa viver, sem que para isso cada aventura linda de meu existir, exija a morte ou da sua alma o extinguir.

 

 

Arnaldo Vasconcellos




Num tempo qualquer

Certa vez olhei (estava sonhando muito provavelmente) ao meu pulso. Eu tinha um lindo relógio e seus ponteiros giravam num compasso diferente do que eu queria, ou pensava que deveria.
Se precisão era o requerido para ser um bom relógio esse talvez não me serviria para muita coisa. Mas notei que seu compasso era binário e que cada tic, era um tum de meu coração.
Coração este que as vezes não saberia distinguir o outro tum, por estar atrelado a outros corações, como se um fio interligasse a todos os outros e a cada puxão fosse o causador de meu e de seu tum.
E a cada tum, era o meu tic, tac. Então, assustado, sentei ao chão, quando sob uma luz tênue pude perceber, daqueles que perto de mim passavam, que seus tic e tacs, ou tum, eram de diferentes ritmos, em distintos tempos.
Envergonhei-me da minha necessidade de precisão comum, que de tão comum me tornara só mais um.
Meu tempo, era o “meu tempo” e eu seguia minha vida conforme o tempo, grande ou pouco, me estivesse ainda a contar. O meu ritmo era um e não poderia me pautar pelo que via além do meu; embora eu tenha notado que o causador de meu tempo, meu coração, poderia interagir com os demais nesse compasso.
Levantei e passo a passo explorei o ambiente: as coisas aconteciam, repetiam, em ciclos, num tempo incessante, de forma tão intermitente que, já convicto, pude notar: tenho meu tempo, você tem o seu, embora demos tanta importância ao nosso tempo comum.
E, a cada segundo gasto, é um pouco a menos de mim, e de você; a ponto que devemos deixar-nos completar aos poucos de nossos tuns, tiques, taques para compormos nossa harmonia, por vezes desregulada em uma dissonância de nossa existência; essa tal esquecida no dia-a-dia.
Que meu tempo, meu segundo, possa, um dia tocar o seu. E que deste escrito, talvez, seja o elo tão raro de se ter.

Arnaldo Vasconcellos




Linguagem cifrada

Se eu falo, o que não
digo,
Na incerceza de passar que não,
sinto,
– Ou na tentativa de transpor o que penso, vejo –
Em consonância com o que quero,
e reflito,
Subo o tom, bem feliz, quando,
abatido,
Ou suavizo, se em jogo,
almejo.

Quando escravo da dor, do desejo e, quem diria, do bocejo,
em cilada;
Será feito o uso,
de nossa importante,
linguagem cifrada.

 

Arnaldo Vasconcellos




Do alimento nosso de cada dia

Na salada, veneno.
Na carne, papelão.
Orgânicos, não podemos comprar.
Transgênicos, aos milhares e aos milharais.
Empresas de processados abrem empresas de ultra-processados mais baratos.
Fazendo as comidas serem, do perecer comensais.
 
A gente é o que a gente come, diz o provérbio popular de fácil expressão.
E outro, que devemos comer para viver e não viver para comer;
embora comer e viver poderá ser uma difícil solução em tempos que virão.
 
Mas o mais certo até então para um futuro que se desenha no momento,
parece-me ser que “morre-se mais por comer e beber, do que fome e sede”.
Porque “comida” não será a mesma coisa que antes, com tanto prazer chamaríamos, posta sobre a mesa, de alimento.



Presente

Um dia acordei no passado, e simplesmente não me dava conta disso.

Vi o som, phillips, rodando um LP do PinkFloyd, que hoje está guardado e há muito tempo sem capa.

Consegui ver, com tanta nitidez o rodopiar daquele vinil, que, engraçado eu achava, fazia um movimento que parecia fazer-lhe subir e descer – difícil de explicar, era como se ao rodar as vezes parecia fazer um vai e vem para cima e baixo.

E, ainda lembro, da sensação, uma das primeiras vezes, que sentia enquanto aquilo rodava, e fascinava.

Não entendo como não podia lembrar que é apenas uma velha lembrança. Mas no rodar daquele disco, sentia que estar ali era real – como um retorno eterno, mas sempre com nuances de novidade – daquele simples momento.

De repente, uma sensação voltou a mim. Aquela mesma de satisfação. E só uma simples e sem nenhuma misteriosa sensação – completude.

Daí o tempo pareceu fazer um grande recorte, e como uma grande fenda que se abre – formou-se a sensação de percepção (que ainda não sendo necessariamente acreditada como verdadeira) e pude – agora sim – lembrar de tudo de hoje. Hoje o futuro daquele dia.

E a premonição de hoje, que poderia representar ao passado mostrava o tão certo que aquele disco estava: girava e em cada passo de seu fim estava diferente, mesmo a cada parecido momento.

O bailar que era sua simples ocorrência pareceria muito com a existência de qualquer um: enquanto baila, simplesmente é, simplesmente está ali. No momento em que não mais estiver presente, não haverá mais momento.

Uma sensação de escuro tomou conta. É bom sentir isso. Não é mau. Não é mau mesmo. E assim a ordem natural das coisas voltaram: o passado, mesmo longe e sem mistérios lá. E eu aqui, no que acostumei a chamar, por aceitar essa simples convenção: de presente.




Sobre os cortes e gastos

Ando pensativo estes dias. Quer com as vira-voltas da política. Quer com os acontecimentos – nacionais e mundiais.

Um pensamento as vezes me salta, dos muitos que aqui estão. E que agora destaco.

Em tempos de golpe (que ainda estão se consumando), de mudanças políticas (muitas vezes para pior), da seletividade das mídias em prol de seus editoriais, do mundo (e das guerras do mundo): tudo parece fugaz.

Ideologias cada vez mais dominantes das ações no mundo – de um lado um terrível conflito na Síria, de outro um indivíduo cada vez mais propenso a ser o “endireitador” do mundo, já que tem em suas mãos a famosa máquina de guerras (e essa situação não se resume aqui, sendo, claro, mais complexas e com outros personagens).

Aqui a direita anda fazendo suas “traquinagens”. De um lado um Bolsonaro, ignaro em muitas de suas falas – mas de uma forma implacável de falar – que parece acalentar os sentimentos mais perversos de setores da nossa sociedade que anseia por culpados rápidos para respostas rápidas.

Ainda por aqui também há um Temer, cuja visão distorcida de salvar uma pátria – se for verdade que pensa assim, salvando desta forma um mínimo de si, mesmo que em erro, visto que poderia ser como alguns pensam ser por pura maldade (o que beira a irrealidade, mas não a plausabilidade) – nos põem em riscos de diversos retrocessos. Uma visão deturpada de salvar o mundo – compartilhada com setores mais bizarros e retrógrados do Congresso – pode por fim colocar mais de nós na dor e no sofrimento.

Não acredite nos deuses de alguns jornais – amanhã eles parecem não ser mais adoráveis pelo seu público. Se de um lado um ato questionável pode ser apresentado como louvável, de outro temos a demonização que estrutura uma ainda forma maniqueísta de pensar:

Devemos supor que há acertos e erros, mas isso não coloca em questão relativizar que há visões de mundo questionáveis que geram atos (políticos por exemplo) questionáveis. Não devemos demonizar, nem adorar; mas o certo é que devemos verificar cada ato de forma que coerentemente possamos apontar atos que não farão o bem como aqueles que os atuam imaginariam fazer – assim como apontar visões de mundo, que embora criem em seus portadores a sensação de fazer algo bom, na verdade não são adequadas; para este tipo de análise não precisamos de maniqueísmos: embora possamos nos decepcionar com aqueles que portam as visões de mundo, com as visões de mundo e com os atos.

O governo diz que pretende, com o fechamento das unidades próprias, economizar cerca de R$ 100 milhões anuais. Segundo Fanton, trata-se de uma agenda que visa a restringir os recursos e reduzir a participação do sistema público de saúde de modo a privilegiar os interesses do setor privado.

Ele compara a medida com o plano do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), de fechamento das farmácias das Unidades Básicas de Saúde (UBS) para passar a distribuir medicamentos nas redes comerciais.

Sobre a medida de Doria, o Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo alertou que a proposta atinge diretamente a população mais pobre das periferias, já que as grandes redes de farmácias concentram filiais nas regiões centrais e mais ricas da cidade.

Vi neste link

 

Bem, numa tacada (independente do editorial da organização lida acima) tiramos a questão, plausível, que uma medida além de reduzir gasto público com remédios, pode privilegiar interesses do setor privado – que para alguém com mentalidade deste tipo alertaria que poderia ser saudável para o equilíbrio do mercado. No entanto, os vulneráveis ondem estão até atingir um equilíbrio de mercado? O mercado sempre é tão bom a ponto de não sofrer dos males que o setor público pode sofrer? Creio que a negativa é bem plausível.

Em outro ponto extraímos que em certas medidas, como a do Dória, que sob o argumento do equilíbrio esquecem daqueles que são vulneráveis e necessitam daqueles remédios – algumas visões de mundo privilegiam certas variáveis em algumas equações que orientam os atos, e ataques, dos cortes, dos gastos, das ofensivas; de cada pequeno ou grande ato.

 




Robôs de conversação

clear conversation




Sobre a verdade e mentira no sentido extramoral – Vídeo

Pessoal, fiz um vídeo com parte do texto de Nietzsche chamado de “Sobre a verdade e mentira no sentido extramoral” e está em caráter experimental.

Pretendo desenvolver pequenos vídeos esporadicamente sobre Filosofia para que possam ser usados em sala de aula.

 


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Cursos gratuitos EaD UFRB

A UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia) está com uns cursos interessantes:
 
– Flavonóides em alimentos
– Didática no Ensino Superior
– Introdução ao InDesign.
– etc
 
Tudo de graça, via EaD para o público em geral.
 
Acho que vale a pena conferir.



Lançamento da Revista Epistemologia

Pessoal,

A Revista Epistemologia lançou hoje, dia 16 de Dezembro, seu primeiro número. Tal revista é de Filosofia e versa sobre a especificidade da epistemologia e suas interfaces.

Acompanhe  em http://epistemologia.com.br este e novos números da Revista que é Semestral.

Embora nossa realidade demonstre uma falta de diálogo, por vezes evidenciada na forma como estruturamos todas as nossas ações, onde cenário político por vezes se dá como consequência de crenças mal explicadas, ou de coisas puramente da esfera da fé invadindo a laicidade do estado; num mundo onde a suspensão dos juízos, coisa que deveria ser de um ideal filosófico nobre, acaba por ser utilizada como mera forma de silenciar o perspectivismo de abordagens ou de ideias (onde ela deveria ser uma fundamentação para a aceitação do diálogo e da construção do conhecimento pela possibilidade de múltiplas perspectivas de entendimento de nossa realidade); apesar destes contratempos (e talvez com mais força por causa deles) é necessário continuar a investigar:

Estudar o conhecimento, é algo desafiador e que insere uma possibilidade enorme de entendermos como o conhecimento é tomado como o próprio conhecimento.

Editorial da Revista Epistemologia




Retorno do blog

O Blog “Análise da Ciência” está no ar desde 2007 e de lá pra cá, falamos de um punhado de coisas, nos quais sempre relacionamos filosofia e ciência (e a problematização desta última).

Retornamos a edição do mesmo com algumas notícias interessantes:

  1. Revista Epistemologia – Estamos iniciando uma revista de filosofia, voltada para epistemologia e suas interfaces. Com viés acadêmico, preza pela pesquisa e gratuidade dos artigos, publicando sua biblioteca de artigos sob a licença Creative Commons.
  2. Canal Meta Philo – O canal é antigo, mas não tinha exatamente este nome e agora iniciamos sua reformulação, com viés para o estudo da filosofia (beirando a meta filosofia).



Trânsito de Mercúrio

Trânsito de Mercúrio em 2006. Wikipédia.

 

Nesta segunda-feira, 09/05, poderemos acompanhar o trânsito de mercúrio. O astro passará entre a Terra e o Sol, produzindo uma pequena mancha.

Poderá visualizar utilizando filtros solares (como chapas de RaiosX).

Entre as 8h e 15h poderemos ver o fenômeno.

 

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Veja mais aqui.

 

Arnaldo Vasconcellos




Cursos On-Line “Budismo e a Psicologia Moderna” e “Pensamento Científico”

De alguns anos para cá, conheci o Coursera (por volta de 2013) e logo depois conheci o Veduca. São sites parecidos. Oferecem cursos on-line e alguns com certificados (pagos, obviamente).

Vários cursos destes sites são gratuitos e de um tempo para cá venho verificando alguns para acompanhar, por uma questão de adquirir mais domínio em línguas estrangeiras e o conhecimento em questão.

Em abril passado, dois cursos chamaram-me a atenção: “Budismo e a Psicologia Moderna” e “Pensamento Científico”. São dois cursos com vídeos e textos e são tranquilos (até agora) de acompanhar.

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O primeiro é ofertado através Coursera pela Universidade de Princeton, ministrado por Robert Wright. E o segundo é pela Universidade Autônoma do México ministrado por Carlos Gershenson.

O Veduca também tem cursos bem interessantes, que também são associados a Universidades no mundo. Embora não esteja cursando me interessei nos de Ciência Política e Bioenergética.

Os cursos de Ciência Política e Bioenergética comentei em outro blog (www.ced310.com.br/blog).

Abaixo, verifique os links:

Arnaldo Vasconcellos

 




Rio doce

Rio doce, rio
Acabaram com ele,
um rio.

Rio doce, rio,
que de antes, doce,
agora, por espúrio descuido,
da economia terceira, dado à primeira,
aguarda, no instante – instaurado;
um novo sabor de seu leito – amargo.

Rio doce, amargo,
Por restos de si, da riqueza exaurida;
passará a ser, em pouco tempo, matéria esquecida.
Mesmo que tenha já vivido um tempo que era coisa querida.

Rio, doce, rio
Que agora está destruído:
um amontoado de lama, assim reduzido.
Rio doce, de seu leito, ao largo

Aguarda um novo tom de seu sabor, amargo.

Arnaldo Vasconcellos.




Efemérides Astronômicas – Janeiro 2012

Olá mais uma vez a todos. Desejamos um ótimo ano de 2012 e que as mudanças do mundo que tanto almejamos sejam efetuadas por nós.

Espero que este blog possa ajudar o espírito investigativo, curioso, científico e filosófico que cada um de nós temos e que é muito bom mantê-lo ativo.

Voltando para nossas efemérides, listaremos as seguintes informações: gráfico da esfera celeste, horizonte artificial, fases da lua, previsão do tempo em sua cidade, efemérides de janeiro/2012, chuvas de meteoros.

LEMBRETE: Os dados observacionais de gráficos estão configurados para 05/01/2012, Brasília, às 20:00 em horário local de verão (22:00 UTC). Considerar diferenças entre os gráficos de “horizonte artificial” e “esfera celeste”, além dos dados de “hora do entardecer” devido aos locais reais de observação.

Os outros horários, como das fases lunares, estão em UTC (ver link sobre Tempo Universal Coordenado).

1) Gráfico da Esfera Celeste.

 

Esfera Celeste - Janeiro 2012

Esfera Celeste - Janeiro 2012. (clique para ampliar)

 

2) Horizonte Artificial.

 

Horizonte artificial - Janeiro 2012

Horizonte artificial - Janeiro 2012. (clique para ampliar)

3) Fases da Lua (retirado de software).

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  • Quarto-Crescente: 01/01 – 06:15 UTC.
  • Cheia: 09/01 – 07:31 UTC.
  • Quarto-Minguante: 16/01 – 09:09 UTC.
  • Nova: 23/01 – 07:40 UTC.

4) Previsão do Tempo, Nascer-do-Sol, Pôr-do-Sol

Coloque o nome da sua cidade no campo abaixo e clique em “resultado”. Será redirecionado para serviços do site da INPE.

Previsão para as Cidades
Basta digitar no mínimo as 3 primeiras letras da cidade.

FONTE: INPE

Abaixo a previsão do tempo de capitais pela “Climatempo”.

[climatempo]

5) Efemérides (Janeiro– 2012).

05/01/2012 às 03:59:00 Periélio da Terra
Menor distância entre a Terra e o Sol (147,1 milhões de km).
05/01/2012 às 09:17:00 Conjunção Lua – Plêiades
Alinhamento entre a Lua e as Plêiades.
16/01/2012 às 07:21:00 Conjunção Lua – Espiga
Alinhamento entre a Lua e a estrela Espiga (Spica).
17/01/2012 às 21:28:00 Perigeu da Lua
Mínima distância entre a Terra e a Lua (360 mil km).
30/01/2012 às 17:42:00 Apogeu da Lua
Máxima distância entre a Terra e a Lua (400 mil km).

Obs.: Lembrando que as conjunções são alinhamentos aparente entre corpos celestes, ao ser visto da Terra, por exemplo. Para saber mais, acesse este link.

6) Chuvas de meteoros.

Nome Datas Data do pico Ascensão recta Declinação Velocidade (km/s) THZ Intensidade e descrição
Coma Berenicídeas Dez 12-Jan 23 Dez 20 11:40:00 25 65 5 Média
Ursídeas Dez 17-Dez 26 Dez 22 14:28:00 76 33 10 Forte
Quadrântidas Jan 1-Jan 5 Jan 3 15:20:00 49 41 120 Forte com velocidades médias
Gamma Velídeas Jan 1-Jan 15 Jan 5 08:20:00 -47 35 2 Fraca
Alpha Crucídeas Jan 6-Jan 28 Jan 15 12:48:00 -63 50 3 Fraca
Delta Cancrídeas Jan 1-Jan 31 Jan 17 08:40:00 20 28 4 Média
Alpha Hidrídeas Jan 5-Feb 14 Jan 19 08:52:00 -11 44 2 Fraca
Eta Carinídeas Jan 14-Jan 27 Jan 21 10:40:00 -59 2 Fraca
Alpha Carinídeas Jan 24-Fev 9 Jan 30 06:20:00 -54 25 2 Fraca
Delta Velídeas Jan 22-Fev 21 Fev 5 08:44:00 -52 35 1 Fraca
Alpha Centaurídeas Jan 28-Fev 21 Fev 7 14:00:00 -59 56 6 Média
Omicron Centaurídeas Jan 31-Fev 19 Fev 11 11:48:00 -56 51 2 Fraca
Theta Centaurídeas Jan 23-Mar 12 Fev 21 14:00:00 -41 60 4 Fraca

(*) THZ – Taxa Horária Zenital: é uma média baseada na quantidade de meteoros que, obedecidos certos parâmetros de visibilidade, o observador poderá observar durante uma hora.

7 ) Fontes.

Arnaldo Vasconcellos