Sobre os cortes e gastos

Ando pensativo estes dias. Quer com as vira-voltas da política. Quer com os acontecimentos – nacionais e mundiais.

Um pensamento as vezes me salta, dos muitos que aqui estão. E que agora destaco.

Em tempos de golpe (que ainda estão se consumando), de mudanças políticas (muitas vezes para pior), da seletividade das mídias em prol de seus editoriais, do mundo (e das guerras do mundo): tudo parece fugaz.

Ideologias cada vez mais dominantes das ações no mundo – de um lado um terrível conflito na Síria, de outro um indivíduo cada vez mais propenso a ser o “endireitador” do mundo, já que tem em suas mãos a famosa máquina de guerras (e essa situação não se resume aqui, sendo, claro, mais complexas e com outros personagens).

Aqui a direita anda fazendo suas “traquinagens”. De um lado um Bolsonaro, ignaro em muitas de suas falas – mas de uma forma implacável de falar – que parece acalentar os sentimentos mais perversos de setores da nossa sociedade que anseia por culpados rápidos para respostas rápidas.

Ainda por aqui também há um Temer, cuja visão distorcida de salvar uma pátria – se for verdade que pensa assim, salvando desta forma um mínimo de si, mesmo que em erro, visto que poderia ser como alguns pensam ser por pura maldade (o que beira a irrealidade, mas não a plausabilidade) – nos põem em riscos de diversos retrocessos. Uma visão deturpada de salvar o mundo – compartilhada com setores mais bizarros e retrógrados do Congresso – pode por fim colocar mais de nós na dor e no sofrimento.

Não acredite nos deuses de alguns jornais – amanhã eles parecem não ser mais adoráveis pelo seu público. Se de um lado um ato questionável pode ser apresentado como louvável, de outro temos a demonização que estrutura uma ainda forma maniqueísta de pensar:

Devemos supor que há acertos e erros, mas isso não coloca em questão relativizar que há visões de mundo questionáveis que geram atos (políticos por exemplo) questionáveis. Não devemos demonizar, nem adorar; mas o certo é que devemos verificar cada ato de forma que coerentemente possamos apontar atos que não farão o bem como aqueles que os atuam imaginariam fazer – assim como apontar visões de mundo, que embora criem em seus portadores a sensação de fazer algo bom, na verdade não são adequadas; para este tipo de análise não precisamos de maniqueísmos: embora possamos nos decepcionar com aqueles que portam as visões de mundo, com as visões de mundo e com os atos.

O governo diz que pretende, com o fechamento das unidades próprias, economizar cerca de R$ 100 milhões anuais. Segundo Fanton, trata-se de uma agenda que visa a restringir os recursos e reduzir a participação do sistema público de saúde de modo a privilegiar os interesses do setor privado.

Ele compara a medida com o plano do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), de fechamento das farmácias das Unidades Básicas de Saúde (UBS) para passar a distribuir medicamentos nas redes comerciais.

Sobre a medida de Doria, o Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo alertou que a proposta atinge diretamente a população mais pobre das periferias, já que as grandes redes de farmácias concentram filiais nas regiões centrais e mais ricas da cidade.

Vi neste link

 

Bem, numa tacada (independente do editorial da organização lida acima) tiramos a questão, plausível, que uma medida além de reduzir gasto público com remédios, pode privilegiar interesses do setor privado – que para alguém com mentalidade deste tipo alertaria que poderia ser saudável para o equilíbrio do mercado. No entanto, os vulneráveis ondem estão até atingir um equilíbrio de mercado? O mercado sempre é tão bom a ponto de não sofrer dos males que o setor público pode sofrer? Creio que a negativa é bem plausível.

Em outro ponto extraímos que em certas medidas, como a do Dória, que sob o argumento do equilíbrio esquecem daqueles que são vulneráveis e necessitam daqueles remédios – algumas visões de mundo privilegiam certas variáveis em algumas equações que orientam os atos, e ataques, dos cortes, dos gastos, das ofensivas; de cada pequeno ou grande ato.

 




Nova "cara"

Nosso blog está com uma nova “cara”. A sua opinião é relevante.

Arnaldo Vasconcellos

 




Cogumelos e orelhas de pau na Unb

Só pra registrar…

Cogumelos encontrados na UnB, nesta última quarta-feira (21-12-11).

Orelhas de pau na UnB, perto do RU

Orelhas de pau na UnB, perto do RU

Cogumelos, próximo ao RU

Cogumelos, próximo ao RU

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Links interessantes que valem o clique #06

Links que valem o clique #06![.meuadsense]

Cannon in D – Pachelbel

Filosofia em imagens

Empregos no DF, Entorno, outros estados e dicas

Como funciona a guitarra elétrica

O Genoma pestilento (2)

De bactérias púrpuras até as galáxias

Teste para Asperger

Salsichas enroladas em couve

Cartazes minimalistas da internet

Sonnen chama Anderson Silva de impostor e diz que pisaria em Vitor Belfort

SS Andrea Doria

 

Arnaldo Vasconcellos




Novo Halo Solar – Nada de chemtrail

Pessoal,

Hoje foi visto novamente um halo solar na região do DF e entorno. Desta vez não fotografei (na verdade fotografei, mas pensei que não tinha prestado. Posto mais tarde as fotos). Fenômeno belo, e não tão incomum, como poderia-se pensar.

Mais informações a respeito acesse aqui.

Nada de chemtrail conspiracionista.

Arnaldo Vasconcellos




Links interessantes que valem o clique #05

Aqui, os links visitados e escolhidos nesta semana (notem que temos alguns “old but gold” presentes).

[.meuadsense] Steve Jobs e a falha na lei

Game Brasileiro permite crianças criarem joysticks

Redes sociais bizarras

Videos que ensinam a fazer algo novo

Sites de compra coletivos mais bizarros

Crie sua horta

Carro Voador

Sobre o jogo Pong

 

Arnaldo Vasconcellos




Links interessantes que valem o clique #04

Galera, estão aqui os links da semana que valem o clique.

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Arnaldo Vasconcellos




Links interessantes que valem o clique #03

Aqui galera, os links interessantes da semana.

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Arnaldo Vasconcellos

 




Links interessantes que valem o clique #01

Pessoal, aqui estão links que acho interessante a leitura. Não somente para ler, mas também para refletir. Toda semana farei uma pequena seleção.

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  • Astronomia



Updates efetuados…

Pessoal, atualizei o artigo “Sobre a eticidade do transgênico“.




Tirinha Homeopática…

"Tirinha homeopática... diluída em pixeis brancos 1.000.000 de vezes para causar pilhéria"

"Tirinha homeopática... diluída em pixeis brancos 1.000.000 de vezes para causar pilhéria"

Tirei lá do Blogzero, cujo blogueiro está a ser processado pela Boiron, fabricante de produtos homeopáticos (só porque ele disse una cosita a respeito da homeopatia…).

A tradução da tirinha é minha e foi feita de forma bem livre…

Arnaldo Vasconcellos

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Simpósio de Filosofia da Religião, Ontologia e Epistemologia (com transmissão via web)

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Diálogo com Alvin Platinga

1) Universidade de Brasília (UnB) – Brasília, DF

Data: 25 e 26 de agosto de 2011

Local: Campus Darcy Ribeiro da UnB – Auditório da FIOCRUZ (atrás do HUB)

Inscrições: Secretaria do Dep. de Filosofia da UnB (Campus Darcy Ribeiro, ICC norte, subsolo, módulo 24). Telefone: (61) 3107-6623.

25 de agosto, quinta-feira

9h – Divine Action in the World (Ação Divina no Mundo)

Prof. Dr. Alvin Plantinga – Notre Dame University

11h – Exclusivismo e pluralismo religioso

Prof. Dr. Scott Randall Paine – UnB

12h30 – Almoço

14h30 – Plantinga e o Problema do Mal

Prof. Dr. Roberto Pich – PUCRS

16h – Alvin Plantinga e o Argumento Ontológico

Prof. Dr. Nelson Gomes – UnB

26 de agosto, sexta-feira

9h – Plantinga e Soren Kierkegaard

Prof. Dr. Marcio Gimenes de Paula – UnB

10h30 – Plantinga e Richard Swinburne

Prof. Dr. Agnaldo Cuoco Portugal – UnB

12h – Almoço

14h30 – Science and Religion: Where the Conflict Really Lies (Ciência e Religião: Onde o Conflito Realmente está)

Prof. Dr. Alvin Plantinga – Notre Dame University

2) Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) – Porto Alegre, RS

Data: 29 e 30 de agosto de 2011

Local: Campus Central da PUCRS, Auditório do Prédio 5, Porto Alegre / RS

Inscrições: Secretaria do PPG em Filosofia da PUCRS, Prédio 05 do Campus Central da PUCRS, Sexto Pavimento. Telefone: (51) 3320-3554

29 de Agosto (segunda-feira):

14h Conferência: Warrant and Proper Function (Aval epistêmico e função própria), Prof. Dr. Alvin Plantinga – University of Notre Dame

16h – 18h: Debates

– Plantinga, aval e anulabilidade epistêmica – Prof. Dr. Cláudio Almeida (PUCRS)

– Um pouco mais sobre o aval epistêmico e a acidentalidade da crença – Prof. Dr. Roberto Hofmeister Pich (PUCRS)

– Plantinga e a justificação bayesiana de crenças – Prof. Dr. Agnaldo Cuoco Portugal (UnB)

30 de Agosto (terça-feira):

14h: Conferência: An Evolutionary Argument against Naturalism (Um argumento evolucionário contra o naturalismo), Prof. Dr. Alvin Plantinga – University of Notre Dame

16h – 18h: Debates

Plantinga sobre a Natureza da Necessidade – Prof. Desidério Murcho (UFOP)

– Plantinga e a epistemologia da religião – Prof. Dr. Rogel Esteves de Oliveira (Faculdade Batista Pioneira de Ijuí – FBPI)

(FONTE: ABFR e Folder de divulgação)

Pessoal, na parte do evento que for na UnB será transmitido via web (no endereço http://www.livestream.com/simposiodefilosofia) mais informações no site da ABFR www.abfr.unb.br.

Arnaldo Vasconcellos




Iphone + Hélio + Câmera filmadora + Criatividade = Câmera na estratosfera!

Câmera[bb]na estratosfera

Eu quando mais jovem queria construir um balão com câmera para filmar lá de cima. Da estratosfera. Para mim seria extremamente divertido. Outra ideia na época era colocar uma câmera numa super-pipa e filmar o bairro da perspectiva deste objeto voador tão peculiar.

Pois bem, anos se passaram (na época as câmeras eram maiores, mais caras e não tive verba para nenhuma dessas ideias em prática) e acabei deixando essas ideias de lado.

Entretanto, algumas pessoas, com posse da tecnologia de hoje, tempo e criatividade montaram um balão com um iphone[bb](que sinalizaria as coordenadas geográficas do artefato, após pouso), uma câmera filmadora e, claro, um para-quedas.

Pai e filho prepararam o balão; protegeram os equipamentos contra o congelamento e fizeram o lançamento em Nova Iorque.

Após atingir uma altura de 30 mil pés (ou 9144 metros)
o balão estourou, e seu para-quedas foi acionado. Com o Iphone, localizaram toda a aparelhagem.

Abaixo vejam o vídeo de 100 minutos resultante da odisséia:

Arnaldo Vasconcellos




Hoje tem equinócio!

pra lembrar, galera: hoje é equinócio (dia com a mesma duração da noite, conforme marcado em nossas “efemérides de março 2011“.)

O Equinócio marca o início do outono (aqui no Brasil, por exemplo, porque estamos no hemisfério sul; e primavera lá em Portugal, pois estão no hemisfério norte).

Obs.: Saudações ao pessoal do blog “AstroPT”.

Arnaldo Vasconcellos

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Construíndo foguete movido a água

Nesta postagem, teremos um breve tutorial de como construir foguetes propelidos à água. Na verdade, o foguete é bem simples e o que construiremos é a base de lançamento, o que permitirá lançar quantos foguetes quiser.

Seja você, professor de física (ou ciências naturais) para mostrar o funcionamento da 3ª lei de Newton, ou ainda estudante para sua feira de ciências, ou até mesmo como um momento de diversão com o filhão, é um ótimo passatempo.

[.meuadsense] Para montar sua base de lançamento, deverá ter em mãos os seguintes materiais:

  • 3,30 metros de mangueira de nível de pedreiro.
  • um compensado de 30×30 ou até 50×50.
  • Duas braçadeiras e quatro parafusos para as braçadeiras.
  • Plug de 1/2 “.
  • Pistola de cola quente com a barra de cola (ou um tubo de silicone).
  • Furadeira.
  • Faca ou estilete forte.
  • Alicate.
  • “T” rosqueável 3/4″.
  • Luva rosqueável 3/4″.
  • Cano PVC 3/4″.
  • 2 pinos (válvula) de câmara de bicicleta.
  • Recorte da câmara de bicicleta.
  • Cola adesiva instantânea (superbonder).
  • Chave de fenda.
  • Lápis.
  • Arame.
  • Bomba de ar (para bicicletas).
  • Alicate.
  • Serra de arco.
  • Óculos de segurança.

Como fazer sua base de lançamento:

Primeiramente, para a construção da base de lançamento deve haver um adulto supervisionando, devido ao uso de ferramentas que podem machucar caso o manuseio não seja adequado.

Pegue o compensado, que servirá como sustentação de todo o conjunto de propulsão e dará estabilidade no solo, faça pequenos furos com a furadeira onde as braçadeiras deverão ficar. Para saber onde ficarão, coloque o “T” como mostra a figura e posicione as braçadeiras em cima do “T”. No local dos furos, marque com um lápis. Faça furos muito pequenos, mais para os parafusos poderem entrar (e com a broca que seja ligeiramente menor, em diâmetro, do que a largura do eixo dos parafusos). Agora peque o “T”, posicionado com as braçadeiras, deixe no local entre os furos efetuados e fixe as braçadeiras com sua chave de frenda, apertando os parafusos. O máximo que conseguir. Verifique se o conjunto do compensado, T e braçadeiras estão bem firmes e que não poderiam girar com uma determinada força (tente forçar o “T” para o lado, caso não consiga é porque está adequado).

[.meuadsense] Agora enrosque a luva na boca do T que fica voltada para cima. Após isto coloque o cano dentro da luva, e onde terminar a luva, serre deixando o cano rente à luva. Isso reduzirá o tamanho do diâmetro da luva e permitira que seu foguete voe sem problemas (já testei sem o cano e o resultado foi desastroso; a boca da garrafa não fica firme dentro da luva e quando a força da pressão do ar libera a água para a propulsão, a boca da PET esbarra vioentamente contra a luva, destríndo parte da garrafa e fazendo cacos de PET voarem – o que foi muito arriscado).

Agora com o conjunto do T, luva, braçadeira e compensados, prontos, vamos a outra etapa. Passe a mangueira de nível (que deve ter no mínimo 3 metros de comprimento entre a base e o operador do lançamento, pois é a distância mínima para um lançamento seguro) dentro do T, fazendo entrar pela boca boltada para cima e saindo por uma das laterais (como na foto).

Nas duas pontas da mangueira, coloque os pinos (válvulas) da câmara de ar de bicicleta. Com a parte fina (entrada de ar) para as pontas. Quando eu fabriquei minha base de lançamento deixei as duas pontas com válvulas funcionais, por motivo de segurança, mas isso reduziu a pressão que entrava no conjunto. Por este motivo basta deixar a ponta que será usada junto com a base de lançamento sem aquela mola da válvula (ou seja, desmantele esta ponta, pois apenas o corpo da válvula será usado). Na outra que fica a bomba de ar, deixe-a plenamente funcional. Para deixar a válvula bem presa na manqueira, no ponto em que tiver encaixado as válvulas na manqueira, estrangule a mangueira com um pedaço pequeno de arame (com auxílio de um alicate): isso dará força para a válvula não sair da manqueira com a pressão do ar.

Agora a ponta que ficará junto à base de lançamento deve ser fixada no plug. Para preparar o plug para o uso na base, deverá fazer duas coisas: fazer um furo que deixe apenas a válvula de bicicleta (aquela que foi “desmantelada” passar) e lixar a parte externa (que tem a rosca, até fazer esta rosca desaparecer). Na parte lixada passe “superbonder” e fixe a tira de câmara de ar em volta. Isso dará vedação para criar pressão no foguete.

Agora coloque a válvula dentro do plug e passe bastante cola quante (ou silicone) dentro e fora (por baixo, jamais na lateral). Na parte interna, cuidado para não tampar o orifício que injetará ar na PET.

Empurre o plug para dentro da luva. Agora a sua base de lançamento está pronta.

Como fazer seu foguete:

O foguete pode ser simplesmente uma garrafa PET, de 1,5 ou 2 litros. Verifique se a boca da PET se encaixa perfeitamente na sua base de lançamento. Não pode haver folgas. Você pode também criar o design dos seus foguetes. Para isso pode usar no topo do foguete (fundo da PET) a ponta de outra PET (colando com fita adesiva) e fazendo asas de estabilidade na  base do foguete (topo da garrafa) com papel cartão e fitas adesivas de grande aderência. Aumenta a estabilidade do vôo, mas deixa o conjunto do foguete mais pesado (fazendo subir menos, mas voando mais estável).

[meuuol] Cheguei fazer foguetes com para-quedas (usando saco plástico preto de lixo, cortados em retângulos ~1,5 maior que a altura da garrafa e amarrados com barbante (mas o barbante e o para-quedas dobrado criam mais atrito no ar, fazendo o foguete subir menos). Então se quer foguetes que desçam suavemente e que tenham mais estabilidade de vôo, podem criar a vontade; mas eles subirão menos que a garrafa nua e crua.

Como lançar seus foguetes de pressão e água:

Coloque cerca de 1/3 ou um pouco menos de água, do volume total que a garrafa teria. Quanto menos água tiver e mais ar puder injetar em tempo hábil (se demorar muito para injetar o ar ele expulsará toda a pouca água e o foguete não voará), melhor será. Para atingir um nível bom entre a quantidade de água para uma boa propulsão e de ar para comprimir, é recomendável usar aproximadamente 1/3 do volume da PET com água, ou um pouquinho menos.

Acople o plug da base na boca do foguete (não aperte muito, pois poderá ficar tão forte que o lançamento poderá ser prejudicado, sem que a pressão mínima para vôo consiga soltar o plug e sem tempo suficiente para bombear mais pressão; antes que toda água vaze). E depois coloque o foguete, com o plug conectado, dentro do “T”. Agora estique toda a mangueira de nível e fique o mais distante que a mangueira te permitir.

Um foguete cheio de água, perde estabilidade no vôo, por causa do ponto de equilíbrio do foguete e perde altura (a altura será resultado da velocidade que o foguete atingir, e essa velocidade será maior quanto mais rápido for expulso o líquido do interior do foguete). Lei de Newton…

Quando for bombear, assegure que está usando um óculos de proteção e que você (e os observadores) estão num raio mínimo de 3 metros para a segurança (sua e dos demais). Bombeie o ar sem pressa (se for com muita pressa, a bomba de ar não injetará o máximo de ar que cada “bombeada” poderá oferecer); mas também não seja lento ao fazê-lo, pois caso contrário o foguete pode criar pressão suficiente para expulsar a água, sem se soltar do plug e daí sairá toda água sem o foguete voar. Faça com calma e continuidade, verá que o foguete começara ficar diferente conforme a pressão aumenta dentro dele a cada bombeada de ar.

Por fim perceberá, com o tempo, os sinais que sua base + foguete dão antes do vôo.

Este esquema de base, permite um lançamento assim que o foguete assume pressão suficiente para o vôo, não criando o perigo de bombear muito mais ar que a PET suporta (o que poderia ocasionar um acidente). Agora, para os mais experientes, existe um esquema de acoplar um manômetro e um gatilho de lançamento: com estes dispositivos é possível colocar a pressão desejada para o vôo (até 160 psi) e lançar quando acharmos conveniente soltar o gatilho. Mas isto será outro artigo.

Abaixo as fotos da minha base, que construí em 2002 para um projeto de escola. Ainda está funcional e há cerca de três dias fiz um lançamento de teste (e funcionou perfeitamente).

Baseei este projeto numa matéria da “Nova Escola” (não me recordo o número; pois todo este tutorial foi feito com minhas lembranças do projeto original e de minhas experiências ao efetuar o lançamento).

Aqui estão as fotos.

Detalhe do engate
Detalhe do engate

Plataforma de lançamento

Plataforma de lançamento

Outra foto da plataforma
Outra foto da plataforma

 

Arnaldo Vasconcellos