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Seu celular, seu pequeno "computador"

28, Junho, 2010

Nunca fui muito aficcionado com celulares, mas tenho algum interesse na área. Dentro da normalidade.

Desde o meu Nokia 2280 com java, em meados de 2004, ansiava em poder ter no celular um aplicativo que fosse um planetário. No estilo starcalc, ou alphacentaure (softwares planetários).

Na época tinha montado recentemente um telescópio refrator, e pensei que poderia fazer do meu celular, que pouco usava como telefone, como um computador de mão, mesmo que super simplérrimo, para verificar a posição dos astros na esfera celeste.

Até então desconhecia qualquer software para celular, em Java, que pudesse fazer este serviço. Cogitei em escrever um, mas não tinha conhecimento em java e não tinha tempo: tinha outros projetos em mente e em execução. CONTINUAR A LER

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Seu celular, seu pequeno “computador”

28, Junho, 2010

Nunca fui muito aficcionado com celulares, mas tenho algum interesse na área. Dentro da normalidade.

Desde o meu Nokia 2280 com java, em meados de 2004, ansiava em poder ter no celular um aplicativo que fosse um planetário. No estilo starcalc, ou alphacentaure (softwares planetários).

Na época tinha montado recentemente um telescópio refrator, e pensei que poderia fazer do meu celular, que pouco usava como telefone, como um computador de mão, mesmo que super simplérrimo, para verificar a posição dos astros na esfera celeste.

Até então desconhecia qualquer software para celular, em Java, que pudesse fazer este serviço. Cogitei em escrever um, mas não tinha conhecimento em java e não tinha tempo: tinha outros projetos em mente e em execução. CONTINUAR A LER

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Catálogo Messier

19, Junho, 2010
Comentários fechados em Catálogo Messier

No século XVIII, um astrônomo francês, Charles Messier, catalogou uma série de objetos astronômicos para evitar a confusão deles com cometas, visto que a observação e busca de cometas era algo comum entre os observadores astronômicos.

Charles Messier

Charles Messier

Naquela época, devido a precariedade de instrumentos, era possível confundir objetos difusos com possíveis cometas.

Assim, Messier catalogou diversos objetos. A catalogação possui um M antes do número do objeto catalogado. Por exemplo gosto muito de um aglomerado, catalogado como M45, ou as plêiades. São muito belas e de fácil localização na constelação de touro.

Abaixo uma imagem com todos os objetos reunídos. É realmente muito belo, cada objeto cadastrado e todos em conjunto.

Catálogo Messier

Catálogo Messier

Abaixo uma tabela encontrada no site http://www.cosmobrain.com.br/res/messier.html, com adaptações: CONTINUAR A LER

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Efemérides Astronômicas – Junho 2010

18, Junho, 2010

Trago novamente as efemérides astronômicas. Abaixo (apenas para relembrar) são listadas as informações: gráfico da esfera celeste, horizonte artificial, eclipses lunares de junho 2010, fases da lua, efemérides de junho/2010 e chuvas de meteoros. Os dados observacionais de gráficos estão configurados para 05/06/2010, Brasília, às 20:00 em horário local. Considerar diferenças entre os gráficos de “horizonte artificial” e “esfera celeste”, além dos dados de “hora do entardecer” devido aos locais reais de observação.

1) Gráfico da Esfera Celeste.

Clique na imagem para ampliar:

Esfera Celeste - Junho 2010 - Com base em 05/06/2010 em Brasília

Esfera Celeste - Junho 2010 - Com base em 05/06/2010 em Brasília

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Leitura recomendada – A volta do cometa!

15, Junho, 2010
A Volta do Cometa

A Volta do Cometa

Este livro foi escrito na década de 80 quando a febre do cometa Halley estava em alta. Com muita sensatez e senso de humor o cientista narra a história dos cometas durante a humanidade, desde as supertições antigas até febres atuais, passando por teorias sólidas e teorias estranhas sobre os cometas. É um ótimo livro onde podemos aprender sobre a natureza destes objetos. Livro muito interessante. Lí faz um bom tempo (por volta de 2004). Planejo reler nestas próximas férias, junto com outras leituras novas também planejadas. Editado pela Ed. Unb.

Vale a pena conferir.

Arnaldo Vasconcellos.

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Sobre a eticidade do transgênico

7, Junho, 2010

Com freqüência (a trema caiu), ao ir fazer compras no mensais no mercado, tenho notado que o oléo de soja vendido normalmente vem sido subnstituído por aqueles fabricados a partir de grãos de soja transgênica – que pode ser identificado pelo ícone de transgênico.

Ícone de alimento produzido com vegetal transgênico

Ícone de alimento produzido com vegetal transgênico

Sempre que for comprar um produto e quiser saber se ele é produzido com transgênicos, basta verificar se tem o ícone (mostrado ao lado). A empresa é obrigada a divulgar no rótulo caso no produto tenha mais de 1% de alimento transgênico em sua composição.

Mas o que é um transgênico? Na wikipédia encontramos a seguinte definição:

Transgênicos (português brasileiro) ou transgénicos (português europeu) são organismos que, mediante técnicas de engenharia genética, contêm materiais genéticos de outros organismos. A geração de transgênicos visa organismos com características novas ou melhoradas relativamente ao organismo original. Resultados na área de transgenia já são alcançados desde a década de 1970, na qual foi desenvolvida a técnica do DNA recombinante.

A manipulação genética recombina características de um ou mais organismos de uma forma que provavelmente não aconteceria na natureza. Por exemplo, podem ser combinados os DNAs de organismos que não se cruzariam por métodos naturais. (TRANSGÊNICOS. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2010. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Transg%C3%AAnicos&oldid=20480084>. Acesso em: 4 jun. 2010.)

Mas o que a técnica, aplicada pode proporcionar de perigo? Ora, a aplicação desta técnica dentro do setor alimentício é um dos pontos mais visados, que podem proporcionar perigo ambiental (mas não é o único).

Imaginem que uma empresa, a fim comercial de aumentar a produtividade, ou ainda com a intenção de manter safras mais resistentes a agrotóxicos (ou ainda mais resistentes a insetos) utilize da tecnologia de transgenia para produzir alimentos. No link que apontamos anteriormente explica as três principais polêmicas, no qual vou reproduzir sintéticamente a seguir.

Um dos problemas mais discutidos é a polinização cruzada, no qual a espécie transgênica pode reproduzir com espécies não-transgênicas. Assim é possível que o gene inserido artificialmente, via transgenia, possa prevalecer sobre o genoma não transgênico. Isto é problemático, pois uma espécie não transgênica poderia absorver o gene inserido, o que poderia levar a uma diminuição da espécie não-transgênica. Por este motivo, existem estudos que visam estabelecer valores mínimos de distância entre plantações transgênicas e as não-transgênicas.

Outra polêmica gira em torno da possibilidade de culturas transgênicas gerarem efeitos tóxicos na saúde humana.  E outra afirma sobre a possibilidade de alergias causadas por alimentos transgênicos.  Apesar das polêmicas, estudos ainda estão ocorrendo (e seus efeitos reais ainda não foram concluídos), entretanto a possibilidade de que estes alimentos sejam maléficos assusta, e deve ser encarada com muita seriedade.

Embora alguns defensores da aplicação desta técnica à alimentação, digam que ela pode ajudar a aumentar a produção de alimentos e diminuir a fome no mundo; outros rebatem a afirmação, dizendo que na verdade a má distribuição de alimentos é que gera o problema da fome e não necessariamente a sua produção – assim, para estes, não valeria correr o risco de usar tal técnica, visto o desconhecimento de seus efeitos em nossa saúde. CONTINUAR A LER

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