{"id":2561,"date":"2010-01-11T02:36:13","date_gmt":"2010-01-11T05:36:13","guid":{"rendered":"http:\/\/arnaldo.networkcore.eti.br\/?p=467"},"modified":"2026-11-05T17:17:20","modified_gmt":"2026-11-05T20:17:20","slug":"o-caso-mond-e-a-materia-escura-duas-teorias-e-duas-formas-de-encarar-um-problema-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/2010\/01\/11\/o-caso-mond-e-a-materia-escura-duas-teorias-e-duas-formas-de-encarar-um-problema-2\/","title":{"rendered":"O caso MOND e a Mat\u00e9ria Escura &#8211; Duas &#8216;teorias&#8217; e duas formas de encarar um problema"},"content":{"rendered":"<p><strong>(ATUALIZA\u00c7\u00c3O 2026: O artigo a seguir pode conter informa\u00e7\u00f5es desatualizadas, visto que foi publicado originalmente em 2010. Tamb\u00e9m pode n\u00e3o corresponde em sua totalidade a posi\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica atual do autor).\u00a0<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>N<\/strong>a cosmologia moderna, uma das mais intrigantes descobertas \u00e9 que a mat\u00e9ria comum (de cunho ordin\u00e1rio) pode n\u00e3o ser respons\u00e1vel por fen\u00f4menos, como acelera\u00e7\u00e3o do universo, rota\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias etc.<\/p>\n<p>\u00c9 como se o universo tivesse mais massa do que o detectado por padr\u00e3o.<\/p>\n<p>De fato, ao se tentar metodologias para determinar a massa do universo existe uma discrep\u00e2ncia entre resultados, em rela\u00e7\u00e3o ao resultado gravitacional: o universo, repito, parece ter mais massa do que parece.<\/p>\n<p>A rota\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias \u00e9 um dos exemplos que sofrem com esse efeito, confirmado com medi\u00e7\u00f5es. Por esse motivo, os cientistas elaboraram uma teoria em que a maioria da massa do nosso universo \u00e9 de uma origem estranha, n\u00e3o bari\u00f4nica (b\u00e1rions s\u00e3o part\u00edculas de mat\u00e9ria convencional, dotadas de tr\u00eas quarks). Essa mat\u00e9ria estranha seria denominada <em>Mat\u00e9ria Escura<\/em>.<\/p>\n<p>A mat\u00e9ria escura seria um tipo de mat\u00e9ria que tem influ\u00eancia gravitacional nos corpos, mas n\u00e3o seria detectada de forma tradicional como a mat\u00e9ria convencional (<em>bari\u00f4nica<\/em>).<\/p>\n<blockquote><p>Ela n\u00e3o emite nem reflete luz, por isso, n\u00e3o brilha como uma estrela.\u00a0Basicamente, a mat\u00e9ria escura n\u00e3o pode ser vista &#8211; os cientistas conseguem apenas imaginar onde ela est\u00e1 com base nos efeitos gravitacionais do que eles podem ver. (Site: <a href=\"http:\/\/ciencia.hsw.uol.com.br\/materia-negra.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">How Stuff Works<\/a>, ver link).<\/p><\/blockquote>\n<p>Essa mat\u00e9ria seria detectada, por efeitos gravitacionais discrepantes (rota\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias n\u00e3o condizentes com a predi\u00e7\u00e3o de teorias atuais), dentre outros meios.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"sFlh5c LKCode FyHeAf xfb9rd alignleft\" src=\"https:\/\/encrypted-tbn0.gstatic.com\/images?q=tbn:ANd9GcQJr9BP4Kfb3G6LYLkk8sHMxBZbShVV_8Y9kPzJqihofw&amp;s\" alt=\"Gal\u00e1xia do Sombreiro \u2013 Wikip\u00e9dia, a enciclop\u00e9dia livre\" \/>Pensemos de forma bem hipot\u00e9tica: suponhamos que nossas teorias tragam a predi\u00e7\u00e3o de uma rota\u00e7\u00e3o x em determinadas gal\u00e1xias, ent\u00e3o algumas medi\u00e7\u00f5es mostram uma certa discrep\u00e2ncia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>Os astr\u00f4nomos t\u00eam duas maneiras para determinar quanto de mat\u00e9ria preenche o Universo. Eles somam tudo que v\u00eaem. E medem a velocidade de movimento dos objetos vis\u00edveis, aplicam as leis da f\u00edsica e deduzem quanto de massa \u00e9 necess\u00e1rio para gerar a gravidade que ret\u00e9m esses objetos. Desconfortavelmente, os dois m\u00e9todos d\u00e3o diferentes respostas. a maioria dos astr\u00f4nomos conclui que alguma massa invis\u00edvel se esconde l\u00e1 fora &#8211; a alusiva mat\u00e9ria escura. (Milgron, Mordehai. <em>In<\/em>: Scientific American Brasil, Ano 2, n\u00ba 17, outubro 2003).<\/p><\/blockquote>\n<p>O que podemos conceber? As leis e teorias atuais est\u00e3o erradas? Existe a necessidade de estabelecer a exist\u00eancia de uma determinada mat\u00e9ria?<\/p>\n<p>Para alguns cientistas (ao analisar resultados diversos de diversos m\u00e9todos que v\u00e3o desde o efeito gravitacional at\u00e9 investiga\u00e7\u00f5es em raios-x de objetos astron\u00f4micos) torna-se patente estabelecer a exist\u00eancia de uma mat\u00e9ria. O problema est\u00e1 em estabelecer qual a sua natureza.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 il\u00edcito desconfiar da exist\u00eancia de um ente te\u00f3rico. Este \u00e9 um trabalho puramente cient\u00edfico. Por exemplo: antes da descoberta do DNA sabia-se que caracter\u00edsticas genot\u00edpicas t\u00eam uma certa transmiss\u00e3o, mas qual seria a base bioqu\u00edmica para tal? Poderia suspeitar sobre a exist\u00eancia de um mecanismo bioqu\u00edmico embora n\u00e3o se conhecesse corretamente.<!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n    <div style=\"text-align: center; margin: 15px 0;\">\n        <script type=\"text\/javascript\"><!--\n        google_ad_client = \"pub-3652987083456070\";\n        \/* 250x250, criado 30\/10\/09 *\/\n        google_ad_slot = \"5836344936\";\n        google_ad_width = 250;\n        google_ad_height = 250;\n        \/\/-->\n        <\/script>\n        <script type=\"text\/javascript\" src=\"https:\/\/googlesyndication.com\"><\/script>\n    <\/div><\/p>\n<p>Ao estabelecer que existe uma mat\u00e9ria, que influencia gravitacionalmente, mas n\u00e3o se conhece sua natureza; pode-se teorizar que ou \u00e9 resultado de mat\u00e9ria convencional (que n\u00e3o \u00e9 capaz de refletir luz), embora tenha efeito gravitacional (no caso de estudos com raios-x) ou \u00e9 uma mat\u00e9ria totalmente nova. Nessa segunda perspectiva, se imaginarmos que possa estar correta, h\u00e1 uma fascinante alternativa de uma nova mat\u00e9ria a ser estudada que n\u00e3o seria de cunho convencional (se ela existir, o Universo \u00e9 composto mais por este tipo de mat\u00e9ria do que pela tradicionalmente j\u00e1 conhecida).<\/p>\n<p>Entretanto pensemos da seguinte forma: se eu estiver complicando e incluindo entes n\u00e3o necess\u00e1rios e criando uma mat\u00e9ria que n\u00e3o existe?<\/p>\n<p>Espero que se torne claro o sentido deste artigo: quero enfatizar que na ci\u00eancia existem, muitas vezes ao mesmo tempo, o desenvolvimento de dois tipos de vis\u00e3o; a vis\u00e3o de que determinadas informa\u00e7\u00f5es (empirias) podem representar uma varia\u00e7\u00e3o na teoria geral estabelecendo uma nova teoria (como a que prediz a mat\u00e9ria escura), e outra que motiva a revis\u00e3o de leis estabelecidas por uma teoria j\u00e1 existente como \u00e9 o caso da MOND.<\/p>\n<p>A MOND (<em>Modified Newtonian dynamics<\/em>, ou Din\u00e2mica Newtoniana Modificada) \u00e9 uma tentativa te\u00f3rica em alterar a segunda lei de Newton, que trata sobre a acelera\u00e7\u00e3o. Nessa alternativa n\u00e3o seria, <em>a priori,<\/em> necess\u00e1ria a exist\u00eancia de uma mat\u00e9ria escura.<\/p>\n<p>a MOND ainda est\u00e1 em an\u00e1lise e existe ao mesmo tempo no qual as pesquisas sobre a mat\u00e9ria escura progridem de forma voraz. Aparentemente a teoria da mat\u00e9ria escura est\u00e1 bem mais aceita que a MOND, embora esta tenha uma boa faixa de acerto em rela\u00e7\u00e3o a rota\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias.<\/p>\n<p>Poder\u00edamos nos perguntar: j\u00e1 que estas duas imagens de natureza e de ci\u00eancia est\u00e3o em conjunto (a ponto de existirem pesquisas como a MOND e outra como a da mat\u00e9ria escura que procuram estabelecer o <em>porqu\u00ea<\/em> das discrep\u00e2ncias gravitacionais) onde \u00e9 que est\u00e1 aplicada a navalha de Occam?<\/p>\n<p>Ora na defini\u00e7\u00e3o (de Navalha de Occam) encontrada na nossa enciclop\u00e9dia livre \u00e9:<\/p>\n<blockquote><p>O princ\u00edpio afirma que a explica\u00e7\u00e3o para qualquer fen\u00f3meno deve assumir apenas as premissas estritamente necess\u00e1rias \u00e0 explica\u00e7\u00e3o do fen\u00f3meno e eliminar todas as que n\u00e3o causariam qualquer diferen\u00e7a aparente nas predic\u00e7\u00f5es da hip\u00f3tese ou teoria (NAVALHA DE OCCAM. In: WIKIP\u00c9DIA, a enciclop\u00e9dia livre. Fl\u00f3rida: Wikimedia Foundation, 2010. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/w\/index.php?title=Navalha_de_Occam&amp;oldid=18322289\" rel=\"nofollow\">http:\/\/pt.wikipedia.org\/w\/index.php?title=Navalha_de_Occam&amp;oldid=18322289<\/a>&gt;. Acesso em: 11 jan. 2010.)<\/p><\/blockquote>\n<p>\u00c9 l\u00f3gico que a navalha de Occam pede que deixemos as explica\u00e7\u00f5es mais simples (e ao meu ver, mais elegantes) e n\u00e3o necessariamente simpl\u00f3rias (nesse caso poder\u00edamos ignorar a exist\u00eancia real de entes taxados como desnecess\u00e1rios). Parece que de fato uma aplica\u00e7\u00e3o infeliz da <em>navalha<\/em> seria capaz de levar-nos a essa situa\u00e7\u00e3o descrita como simpl\u00f3ria, entretanto creio que uma interpreta\u00e7\u00e3o fidedigna da <em>navalha<\/em> \u00e9 para simplificar de forma elegante.<\/p>\n<p>Bem, voltemos a MOND e a mat\u00e9ria escura: ser\u00e1 que realmente existe uma mat\u00e9ria escura, ou as discrep\u00e2ncias que d\u00e3o as pistas de sua exist\u00eancia s\u00e3o nada mais do que uma falha de nosso produto cient\u00edfico (no caso as leis)?<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que simplificamos e aplicamos a navalha de Occam ao trabalhar com a MOND? Ou ser\u00e1 que estamos deixando tudo mais simpl\u00f3rio a ponto de ignorar a exist\u00eancia de uma mat\u00e9ria n\u00e3o bari\u00f4nica?<\/p>\n<p>Segundo o criador da MOND, Mordehai Milgom, a mudan\u00e7a de leis, como a sugerida pela MOND, j\u00e1 teria sido efetuada duas vezes na f\u00edsica newtoniana:<\/p>\n<blockquote><p>Essa modifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o existiria sem precedentes. Duas mudan\u00e7as dr\u00e1sticas na f\u00edsica newtoniana j\u00e1 provaram ser necess\u00e1rias. A primeira elevou a din\u00e2mica newtoniana \u00e0 teoria da relatividade &#8211; tanto a teoria especial (&#8230;) como a geral (&#8230;). A segunda levou \u00e0 teoria qu\u00e2ntica, que explica o comportamento de sistemas microsc\u00f3picos e mesmo de sistemas macrosc\u00f3picos em certas circunst\u00e2ncias. (Milgrom, M. <em>In<\/em>:Scientific American Brasil, Ano 2, n\u00ba 17, outubro 2003\u00a0\u00a0 p. 22).<\/p><\/blockquote>\n<p>Segundo ele, a MOND &#8220;reproduz observa\u00e7\u00f5es chaves de gal\u00e1xias com not\u00e1vel precis\u00e3o&#8221; (Idem, p. 25).<\/p>\n<p>Entretanto a MOND padece do problema de possuir uma caracter\u00edstica <em>ad hoc<\/em>, ou seja sua altera\u00e7\u00e3o \u00e0 lei newtoniana foi criada para explicar uma determinada anomalia.<\/p>\n<p>A problem\u00e1tica aqui, nesse artigo, \u00e9 que um cientista que prefira trabalhar com uma ou outra possibilidade est\u00e1 no fim ligado a uma vis\u00e3o de natureza e de ci\u00eancia. Talvez possamos fazer uma interpreta\u00e7\u00e3o frouxa de <a href=\"http:\/\/arnaldo.networkcore.eti.br\/?tag=paradigma\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">paradigma <\/a>nesse caso (o que poderia sugerir a maior aceitabilidade da mat\u00e9ria escura em detrimento de uma corre\u00e7\u00e3o, considerada <em>ad hoc<\/em> numa determinada lei).<\/p>\n<p>Se voltarmos ao exemplo do quarto escuro dado em outro ensaio, podemos imaginar as duas possibilidades: da exist\u00eancia de x, ou da inexist\u00eancia de x. Podemos estar criando uma defini\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria onde n\u00e3o existiria ou estar ignorando a exist\u00eancia da mesma, ao adotar uma forma de vis\u00e3o de natureza e de ci\u00eancia. Poder\u00edamos nos perguntar, onde est\u00e1 a navalha? Na teoria que evita uma ente te\u00f3rico adicional (mat\u00e9ria escura) ou na que evita uma altera\u00e7\u00e3o <em>ad hoc<\/em>?<\/p>\n<p>Particularmente creio que na ci\u00eancia cabe as duas possibilidades para gera\u00e7\u00e3o de teorias e conforme o trabalho cient\u00edfico prosseguir a probabilidade de uma das duas ser falseada ser\u00e1 maior, justificando uma outra.<\/p>\n<p>Entretanto, uma coisa gostaria de ressaltar: que embora uma ou outra seja corroborada, n\u00e3o nos d\u00e1 uma f\u00f3rmula geral para agirmos com a pr\u00f3xima bifurca\u00e7\u00e3o te\u00f3rica (e em ci\u00eancia existem muitas). Creio que os dois trabalhos s\u00e3o necess\u00e1rios para a gera\u00e7\u00e3o de teorias, embora um dia h\u00e1 possibilidade de uma apenas sobreviver. Talvez seja s\u00f3brio pensar que as duas possibilidades n\u00e3o s\u00e3o il\u00edcitas na ci\u00eancia (alterar leis ou propor exist\u00eancias novas, desde que emparelhadas de um bom sistema metodol\u00f3gico para evitar abusos).<\/p>\n<p>Embora uma ou outra seja mais aceita (como um poss\u00edvel resultado de si mesmas como teorias eficientes ou de paradigmas vigentes) \u00e9 interessante que as duas continuem em constante desenvolvimento. Aumenta, assim, a riqueza da ci\u00eancia: e a partir do momento que uma ou outra for falseada, estaremos, talvez, mais perto do que \u00e9 tal como \u00e9 no nosso Universo.<\/p>\n<p><em>Arnaldo Vasconcellos<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ATUALIZA\u00c7\u00c3O 2026: <\/strong>Essa din\u00e2mica da MOND ainda est\u00e1 em investiga\u00e7\u00f5es, assim como a teoria da mat\u00e9ria (e energia) escura. A maioria dos f\u00edsicos s\u00e3o adeptos atualmente na teoria que explica a exist\u00eancia de mat\u00e9rias e energias escuras.<\/p>\n<p>Outro fato importante em se pontuar: \u00e9 poss\u00edvel explicar essa din\u00e2mica da MOND x mat\u00e9ria\/energia escura atrav\u00e9s da filosofia de Imre Lakatos, postulando a exist\u00eancia de\u00a0<em>programas de pesquisas<\/em> que s\u00e3o concorrentes, com sistemas pr\u00f3prios de heur\u00edsticas e n\u00facleo duro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(ATUALIZA\u00c7\u00c3O 2026: O artigo a seguir pode conter informa\u00e7\u00f5es desatualizadas, visto que foi publicado originalmente em 2010. Tamb\u00e9m pode n\u00e3o corresponde em sua totalidade a posi\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica atual do autor).\u00a0 Na cosmologia moderna, uma das mais intrigantes descobertas \u00e9 que a mat\u00e9ria comum (de cunho ordin\u00e1rio) pode n\u00e3o ser respons\u00e1vel por fen\u00f4menos, como acelera\u00e7\u00e3o do&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2,5,9,13,24,25],"tags":[37,47,50,72,126,149,152,176,197,233,321,323],"class_list":["post-2561","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-astronomia","category-ciencia","category-filosofia","category-gerais","category-teoria-da-ciencia","category-teoria-do-conhecimento","tag-ad-hoc","tag-astrofisica","tag-astronomia","tag-ciencia","tag-epistemologia","tag-filosofia","tag-filosofia-da-ciencia","tag-hipoteses-auxiliares","tag-leis-newtonianas","tag-navalha-de-occam","tag-teoria-da-ciencia","tag-teoria-do-conhecimento"],"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2561","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2561"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2561\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2968,"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2561\/revisions\/2968"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2561"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2561"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2561"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}