{"id":370,"date":"2009-12-28T01:20:57","date_gmt":"2009-12-28T04:20:57","guid":{"rendered":"http:\/\/arnaldo.networkcore.eti.br\/?p=370"},"modified":"2026-11-04T19:18:11","modified_gmt":"2026-11-04T22:18:11","slug":"pseudociencias-serie-de-ensaios-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/2009\/12\/28\/pseudociencias-serie-de-ensaios-parte-2\/","title":{"rendered":"Pseudoci\u00eancias \u2013 S\u00e9rie de Ensaios (Parte #2)"},"content":{"rendered":"<p><strong>As Protoci\u00eancias<\/strong><br \/>\nNesse ensaio veremos brevemente o que s\u00e3o protoci\u00eancias, suas distin\u00e7\u00f5es entre pseudoci\u00eancias e a possibilidade entre as din\u00e2micas protoci\u00eancia-ci\u00eancia, protoci\u00eancia-pseudoci\u00eancia.<\/p>\n<p>Vamos considerar, neste ensaio, que protoci\u00eancia \u00e9 uma defini\u00e7\u00e3o diferente de pseudoci\u00eancia.<\/p>\n<p>Tomaremos como base que protoci\u00eancias s\u00e3o teorias, hip\u00f3teses ou argumentos aspirantes a ci\u00eancia (e todo seu cabedal de m\u00e9todo)\u00a0 e\u00a0 que estariam em fase de estrutura\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, tal como a mesma \u00e9 concebida em rela\u00e7\u00e3o aos m\u00e9todos de falsificacionismo e corrobora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Assim a pseudoci\u00eancia, cuja defini\u00e7\u00e3o pesquisamos em artigos passados, n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de uma protoci\u00eancia.<\/p>\n<p>Alguns leitores poderiam considerar a protoci\u00eancia como uma \u00e1rea atua\u00e7\u00e3o que teria dado origem hist\u00f3rica a alguma ci\u00eancia &#8211; isso pode n\u00e3o ser falso, visto que historicamente alguns pensamentos deram origens a ci\u00eancias, como \u00e9 o caso da alquimia. Entretanto, n\u00e3o \u00e9 a pr\u00f3pria alquimia que se tornou a qu\u00edmica. Sua estrutura sofreu mudan\u00e7as e hoje temos algo bem diferente, embora tenha-se uma liga\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica.<!--more--><\/p>\n<p>\n    <div style=\"text-align: left; margin: 15px 0;\">\n        <script type=\"text\/javascript\"><!--\n        google_ad_client = \"pub-3652987083456070\";\n        \/* 250x250, criado 30\/10\/09 *\/\n        google_ad_slot = \"5836344936\";\n        google_ad_width = 250;\n        google_ad_height = 250;\n        \/\/-->\n        <\/script>\n        <script type=\"text\/javascript\" src=\"https:\/\/googlesyndication.com\"><\/script>\n    <\/div> Como esses conceitos n\u00e3o s\u00e3o estanques, a defini\u00e7\u00e3o encontrada nesse artigo n\u00e3o \u00e9 definitiva. E n\u00e3o quero encerrar uma defini\u00e7\u00e3o cabal (tenho que pensar mais sobre o assunto &#8211; assim este ensaio \u00e9 s\u00f3 um ensaio, n\u00e3o encontra-se aqui uma solu\u00e7\u00e3o ao problema).<\/p>\n<p>Portanto, o que me resta \u00e9 n\u00e3o adotar, neste ensaio, o termo &#8220;<em>protoci\u00eancia<\/em>&#8221; para estes tipos de movimentos hist\u00f3ricos. At\u00e9 porque adotar esta posi\u00e7\u00e3o permite que mesclemos num mesmo tempo e espa\u00e7o casos em que uma protoci\u00eancia foi uma pseudoci\u00eancia.<\/p>\n<p>Entretanto, a natureza sem\u00e2ntica que me refiro a &#8220;protoci\u00eancia&#8221; \u00e9 algo relacionado a um argumento (entenda-se teoria) que ainda n\u00e3o possui crivo do m\u00e9todo cient\u00edfico, mas o almeja e caminha para tal. Nesse sentido, uma pseudoci\u00eancia que teria derivado uma ci\u00eancia, pode n\u00e3o ser bem uma protoci\u00eancia, mas sim sua reformula\u00e7\u00e3o a seria. N\u00e3o impede tamb\u00e9m o outro lado: que uma pseudoci\u00eancia teria resultado uma ci\u00eancia, no \u00e2mbito em que aceitaria o crivo do m\u00e9todo cient\u00edfico (assim podendo ser enquadrada como protocient\u00edfica).<\/p>\n<p>At\u00e9 agora ter\u00edamos analisado o movimento protoci\u00eancia-ci\u00eancia. Entretanto \u00e9 plaus\u00edvel o movimento protoci\u00eancia-pseudoci\u00eancia.<\/p>\n<p>Na segunda sem\u00e2ntica apresentada ter\u00edamos uma teoria aspirante \u00e0 teoria cient\u00edfica, mas que ao ser refutada, diversas vezes, seus seguidores ingressariam argumentos <em>ad hoc.<\/em> Ou seja, salvando a teoria mesmo contra as observa\u00e7\u00f5es dadas. Isso ocorreria a tal ponto a complicar exaustivamente a teoria apresentada originalmente. Como falamos de uma teoria que ainda n\u00e3o estaria ingressada como cient\u00edfica, ela n\u00e3o estaria propriamente corrigindo hip\u00f3teses auxiliares, mas sim ela mesma por completo. Nesse caso, uma protoci\u00eancia seria uma boa candidata a se tornar uma pseudoci\u00eancia.<\/p>\n<p>E este \u00e9 um caminho muito f\u00e1cil, por\u00e9m suponho ser um tanto duvidoso.<\/p>\n<p><strong>UPDATE <\/strong>(03.03.2010)<\/p>\n<p>Relendo este artigo algo pareceu soar-me estranhamente. Eu disse o seguinte:<\/p>\n<blockquote><p>Alguns leitores poderiam considerar a protoci\u00eancia como uma \u00e1rea atua\u00e7\u00e3o que teria dado origem hist\u00f3rica a alguma ci\u00eancia &#8211; isso pode n\u00e3o ser falso, visto que historicamente alguns pensamentos deram origens a ci\u00eancias, como \u00e9 o caso da alquimia. <strong>Entretanto, n\u00e3o \u00e9 a pr\u00f3pria alquimia que se tornou a qu\u00edmica.\u00a0<\/strong>Sua estrutura sofreu mudan\u00e7as e hoje temos algo bem diferente, embora tenha-se uma liga\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica.<\/p><\/blockquote>\n<p>Como pode algu\u00e9m (e neste caso eu) ter falado alguma coisa do tipo? \u00c9 como se dissesse que a qu\u00edmica atual n\u00e3o tivesse nascido dos esfor\u00e7os dos primeiros alquimistas. Analisando o que eu mesmo disse \u00e9 poss\u00edvel notar que eu n\u00e3o assumo conceitos estanques. \u00c9 necess\u00e1rio refletir sobre isso. Portanto, num n\u00edvel hist\u00f3rico, a qu\u00edmica atual descende dos primeiros esfor\u00e7os alqu\u00edmicos, que mudando suas perspectivas e imagens de natureza\/ci\u00eancia resultaram na qu\u00edmica atual. Quando eu afirmo que a qu\u00edmica tem como protoc\u00eancia, a n\u00edvel hist\u00f3rico, a alquimia \u00e9 reconhecendo estes esfor\u00e7os que culminaram em desenvolver e adotar o m\u00e9todo cient\u00edfico nessa ci\u00eancia. Mas o que gostaria de enfatizar que uma protoci\u00eancia hist\u00f3rica tem diferen\u00e7a em uma protoci\u00eancia atuante.<\/p>\n<p>&#8220;Como assim?&#8221; muitos poderiam perguntar-me. Uma das defini\u00e7\u00f5es de protoci\u00eancia \u00e9 &#8220;o que antecede uma ci\u00eancia, anterior a ela&#8221; e essa defini\u00e7\u00e3o \u00e9 de cunho hist\u00f3rico. Entretanto n\u00e3o \u00e9 esta defini\u00e7\u00e3o que estou usando neste artigo.\u00a0 E por isso prefiro chamar essa defini\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas de protoci\u00eancia, mas sim de &#8220;protoci\u00eancia hist\u00f3rica&#8221;.<\/p>\n<p>Utilizo na an\u00e1lise, desse artigo, uma defini\u00e7\u00e3o mais voltada a aceitabilidade do m\u00e9todo cient\u00edfico dentro de um argumento atuante. Nessa defini\u00e7\u00e3o, que seria &#8220;conhecimento que aspira o grau de ci\u00eancia e est\u00e1 disposta a utilizar o m\u00e9todo cient\u00edfico&#8221; n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de protoci\u00eancia hist\u00f3rica. \u00c9 compreens\u00edvel a diferen\u00e7a? A protoci\u00eancia hist\u00f3rica, teria dado, por algum motivo, origem a uma ci\u00eancia, mas n\u00e3o estaria em sua base a necessidade ou a conveni\u00eancia de aceitar o m\u00e9todo cient\u00edfico.<\/p>\n<p>J\u00e1 uma protoci\u00eancia, na segunda defini\u00e7\u00e3o (e a que adotamos neste artigo), representa uma pretens\u00e3o e objetivo de ser ci\u00eancia, n\u00e3o apenas pela garantia social cient\u00edfica,<strong> mas sobretudo pela aceitabilidade do uso do m\u00e9todo cient\u00edfico e todo seu arcabou\u00e7o.<\/strong><\/p>\n<p>Assim, a alquimia seria uma protoci\u00eancia hist\u00f3rica, mas n\u00e3o teria sido uma protoci\u00eancia atuante. Dessa mesma maneira uma protoci\u00eancia hist\u00f3rica pode ser <strong>ao mesmo tempo <\/strong>uma pseudoci\u00eancia, mas por defini\u00e7\u00e3o autoexcludente, uma protoci\u00eancia (a metodol\u00f3gica) n\u00e3o pode ser uma pseudoci\u00eancia. Pois uma assume o cabedal metodol\u00f3gico, enquanto outra apenas est\u00e1 em busca da garantia social cient\u00edfica (abordado em outro artigo). Mesmo assim, \u00e9 poss\u00edvel o movimento de passagem de uma protoci\u00eancia em pseudoci\u00eancia, caso o m\u00e9todo revele que seu conte\u00fado \u00e9 falso, mas seus integrantes n\u00e3o aceitem e partam para via da utiliza\u00e7\u00e3o da garantia social cient\u00edfica.<\/p>\n<p>Existe tamb\u00e9m a alternativa de uma protoci\u00eancia morrer, caso recha\u00e7ada pelo m\u00e9todo cient\u00edfico, seus desenvolvedores n\u00e3o se arrisquem a se manterem no terreno do pseudocient\u00edfico.<\/p>\n<p>Nessa forma de encarar a protoci\u00eancia (metodol\u00f3gica) podemos notar que, ent\u00e3o, a alquimia teria dado origem a uma outra etapa, talvez muito r\u00e1pida e transicional, de argumenta\u00e7\u00f5es e pretens\u00f5es (com imagens de ci\u00eancia\/natureza diferentes) que se analisadas frente a frente com a alquimia n\u00e3o seria estruturalmente a mesma coisa, seria a qu\u00edmica momentos antes de estar consolidada como ci\u00eancia, entretanto ainda em desenvolvimento inicial. Essa sim seria a protoci\u00eancia metodol\u00f3gica, que teria sido derivada de uma protoci\u00eancia hist\u00f3rica (alquimia), mas que teria estrutura diferente dela. A partir do ponto em que o m\u00e9todo cient\u00edfico j\u00e1 est\u00e1 empregado e corroborando com a exist\u00eancia do maquin\u00e1rio te\u00f3rico da qu\u00edmica, essa seria passada a ser ci\u00eancia. Esse movimento poderia ser similar em outras ci\u00eancias.<\/p>\n<p>Entretanto, poder\u00edamos argumentar que a aceitabilidade da mudan\u00e7a de imagens de natureza\/ci\u00eancia j\u00e1 em si uma mudan\u00e7a e trata de uma aceitabilidade do m\u00e9todo. Penso que esse processo j\u00e1 transmuta o primeiro est\u00e1gio apresentado (protoci\u00eancia hist\u00f3rica) em outra coisa que n\u00e3o \u00e9 ela mesma estruturalmente (protoci\u00eancia metodol\u00f3gica).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ATUALIZA\u00c7\u00c3O 2026:<\/strong><\/p>\n<p>Esse ensaio \u00e9, sem d\u00favida, um dos que mais tive dificuldade em concordar com minha pr\u00f3pria proposta em muitos pontos. Inicialmente at\u00e9 me questionei sobre a separa\u00e7\u00e3o entre as duas categorias propostas. A atualiza\u00e7\u00e3o que fiz ainda em 2010 trouxe, aparentemente, uma no\u00e7\u00e3o mais clara sobre isso, mas mesmo assim ainda nebulosa.<\/p>\n<p>Pensei comigo mesmo sobre a proposta. E pude resumir da seguinte forma:<\/p>\n<p>Existe uma protoci\u00eancia hist\u00f3rica, ou seja que antecede \u00e0 ci\u00eancia j\u00e1 funcional com m\u00e9todo. Vale lembrar que nessa \u00e9poca eu ainda n\u00e3o escrevia com tanta defesa ainda os\u00a0<em>programas de pesquisa\u00a0<\/em>de Lakatos. J\u00e1 conhecia e concordava, mas ainda estruturava o pensamento cient\u00edfico na proposta de ter um\u00a0<em>m\u00e9todo<\/em>. Essa abordagem deixei de lado parcialmente, n\u00e3o por discordar totalmente, mas por ver que o conceito do m\u00e9todo est\u00e1 mais absorvido no conceito do <em>programa.<\/em><\/p>\n<p>Para a minha concep\u00e7\u00e3o de 2009\/2010, quando essa etapa hist\u00f3rica come\u00e7ava a se apropriar de formula\u00e7\u00f5es metodol\u00f3gicas, passava a entrar no terreno da protoci\u00eancia de fato. E, a partir da\u00ed, se tornar uma ci\u00eancia madura.<\/p>\n<p>Hoje, me parece que essa linha possa ocorrer em algumas pr\u00e1ticas que desenvolveram pr\u00e1ticas cient\u00edficas, como ocorre com a alquimia, mas em geral parece que a linha que separa essa protoci\u00eancia hist\u00f3rica da protoci\u00eancia de fato \u00e9 muito t\u00eanue e, quem sabe, inexistente.<\/p>\n<p>Um poss\u00edvel equ\u00edvoco seria o fato que eu deveria ter dado conta da mudan\u00e7a tamb\u00e9m de imagem de ci\u00eancia que pode mudar e com isso deslocar essa linha do que se considera como algo\u00a0<em>protocient\u00edfico.\u00a0<\/em>N\u00e3o digo isso para aceitar qualquer pr\u00e1tica como cient\u00edfica ou protocient\u00edfica, mas porque h\u00e1 conhecimentos presentes tamb\u00e9m em outros povos que geraram conhecimentos s\u00f3lidos e que contribuem para a nossa concep\u00e7\u00e3o de ci\u00eancia (e n\u00e3o apenas as ci\u00eancias emp\u00edricas).<\/p>\n<p>Se, portanto, essa linha fica t\u00e3o t\u00eanua, ent\u00e3o podemos dizer que n\u00e3o importa tanto se uma protoci\u00eancia deu luz a uma ci\u00eancia atual e que essa protoci\u00eancia hoje, se utilizada hoje, seria talvez uma pseudoci\u00eancia. Isso porque h\u00e1 o risco do conceito n\u00e3o caber bem no contexto hist\u00f3rico. Ent\u00e3o, eu assumiria que coisas que hoje s\u00e3o pseudocient\u00edficas em suas aplica\u00e7\u00f5es poderiam ter sido palco de protoci\u00eancia (no vocabul\u00e1rio que eu usava naquela altura) e que gestaria, mais tarde, com prazeres ou dores, uma nova ci\u00eancia. Mas isso n\u00e3o seria porta aberta para achar que todas pr\u00e1ticas que se enquadram nesses conceitos seriam necessariamente fonte de ci\u00eancias: a passagem para fundamentar-se como conhecemos hoje o conceito de ci\u00eancia emp\u00edrica requer um pre\u00e7o com base em muitas falhas, rastreio dessas falhas, reconstru\u00e7\u00f5es, observa\u00e7\u00f5es, testes e discuss\u00f5es.<\/p>\n<p><em>Arnaldo Vasconcellos.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As Protoci\u00eancias Nesse ensaio veremos brevemente o que s\u00e3o protoci\u00eancias, suas distin\u00e7\u00f5es entre pseudoci\u00eancias e a possibilidade entre as din\u00e2micas protoci\u00eancia-ci\u00eancia, protoci\u00eancia-pseudoci\u00eancia. Vamos considerar, neste ensaio, que protoci\u00eancia \u00e9 uma defini\u00e7\u00e3o diferente de pseudoci\u00eancia. Tomaremos como base que protoci\u00eancias s\u00e3o teorias, hip\u00f3teses ou argumentos aspirantes a ci\u00eancia (e todo seu cabedal de m\u00e9todo)\u00a0 e\u00a0 que&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5,33,9,24],"tags":[45,72,126,149,152,176,272,274,293,321],"class_list":["post-370","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ciencia","category-epistemologia","category-filosofia","category-teoria-da-ciencia","tag-argumentacao","tag-ciencia","tag-epistemologia","tag-filosofia","tag-filosofia-da-ciencia","tag-hipoteses-auxiliares","tag-protociencia","tag-pseudociencias","tag-semantica","tag-teoria-da-ciencia"],"jetpack_featured_media_url":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/370","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=370"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/370\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2948,"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/370\/revisions\/2948"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=370"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=370"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/networkcore.eti.br\/analise\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=370"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}